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:: COLUNA “NO-LIFE.COM”- Tema de Hoje: Você conectando das nuvens

Quando você ouvir “fulano está nas nuvens”, provavelmente não será mentira daqui pra frente. A nova onda é o “cloud computing” (computação nas nuvens), em linhas gerais seria que um dado não estará fisicamente e um micro, mas sim numa rede de vários micros. Podendo-se dizer que determinada informação é de um micro, mas não que necessariamente estará armazenado nele.   Caso alguém altere um dado a informação é atualizada em toda rede, ou seja, em toda nuvem. Difícil? O monstro não é tão feio assim. É que com essa nova tecnologia vários paradigmas vão ser dizimados. Um bom exemplo é que se você compartilha informações em uma nuvem de forma sincronizada, caso você venha perder seu HD (hard disk), você não perderá as informações. Pois elas estarão em segurança na nuvem. Acabando assim com a dependência do hardware. Os “peixões” da internet Google, Apple, Microsoft , etc... investiram pesado para que isso decole, e que se torne parte de nossas vidas. As soluções propostas vão desde ...

CRÍTICA:: Sociedade dos Poetas Mortos

O filme retrata uma escola tradicional, arcaica, com uma metodologia de ensino que se perdeu no tempo. Onde disciplina e ordem são usadas para inibir o pensamento livre. A cena da vela onde o diretor brada que se trata da “luz do saber” ilustra bem a ruína do ensino na escola, onde a expressão faz referencia que até aquele momento os alunos não sabiam nada.  No decorrer do filme fica claro que o corpo docente da escola é mais do que tradicional, é desatualizado, acomodado, nada dinâmico na prática docente.  Com a chegada do novo professor (John Keating, no filme interpretado por Robin Williams) vem com uma proposta diferente. A primeira reflexão que Keating propõe aos seus alunos é a de reavaliar a importância da vida, sonhos, ambições, objetivos, o que eles pretendem fazer e como pretendem ser lembrados, como pessoas que fizeram a vida valer a pena ou como fotografias amarelas na parede, coadjuvantes de sua própria história. Neste momento, o professor propõe: “Carpie Dien”...

:: COLUNA “NÃO MINTOWS”- Tema de Hoje: Namoro Hi-tech

“Diga-me como te chama e te adiciono aos favoritos”, siiim amados... viva a tecnologia, esse mundinho maravilhosamente cheio de infinitas possibilidades, onde o conhecimento é tão veloz quanto o pensamento. Ela veio para nós ajudar, e para nos atrapalhar também... rs.  “Posso fazer o download de você na minha casa?” Uiiii! Pense como era namorar na época de sua mãe? E da sua vovó?? Nos relacionamentos de hoje com essa tecnologia toda a disposição as possibilidades são muitas. Aquele SMS todo trabalhado no romantismo no meio da tarde, aquela apresentação no Power Point com fotos do fim de semana, com musiquinha do casal de fundo e muitos efeitos na transição dos slides... tudo muito interativo. O problema é quando o SMS não é respondido e quando os slides sequer são mencionados na conversa do MSN. Desconfiança, medo, insegurança, preocupação, pânico, taquicardia ... São apenas algum dos efeitos colaterais que aparecem no pobre pombinho. E esses são apenas duas formas de levar o c...

:: CRÍTICA – Rede Social (Facebook) – filme

O filme pode te ganhar na primeira cena, mas não mantém assim até o fim. O clássico “Nerd leva fora da namorada gostosa” é tão velho quanto “Caipiria se apaixona pela mocinha da cidade”.  Lugar comum! O filme passa que Mark Zuckerberg só criou o Facebook porque levou um toco. A verdade é mais interessante, mas para a tela grande ela não seria chamativa. Com ares de documentário, o filme traça o perfil pouco sociável, quase antipático de Zuckerberg, um jovem “gênio” estudante de Harward. É irônico saber que um sujeito como ele  tenha criado a maior site de relacionamento no mundo. Criado? Roubado? Adaptado? Melhorado? O filme não encerra esse assunto, deixa no ar para quem assiste decidir, se de bobo Zuckerberg só tem a cara. O filme é feliz ao mostrar que nesse mundo tecnológico, tudo já nasce quase ultrapassado. Tem sempre alguém melhorando a sua idéia, diversificando possibilidades. A máxima de que “nada se cria tudo se cópia”, é bem repr...

:: São Paulo: um sonho paulistano

Sabe a história do Sonho Americano? No Brasil o Sonho Paulistano não é muito diferente.  Retirantes do país inteiro sonham em fazer fortuna em São Paulo, o conto da terra prometida, cheia de oportunidades, povoada de esperança e prosperidade. A selva (de pedra) que é São Paulo passa a imagem de selvageria, de um puro instinto de sobrevivência, onde só os fortes sobrevivem, onde só os eleitos recebem a dádiva de vencer lá. Ensaia-se por lá, até a utopia de criar uma sociedade justa, tolerante, aberta as diversidades do mundo, apta para receber os que não se enquadravam em lugar nenhum. O que tem de verdade em São Paulo? Ela recebe sim, todos de braços abertos que querem se aventurar por suas entranhas, mas não garante que todos sobreviveram e muitos menos se serão felizes. São Paulo tem o mundo dentro dela, mas já não cabe em si mais. Ficou pequena para os sonhos?... ou só já não suporta ser mais o destino pra quem perdeu o rumo? Sua poesia concr...

:: O natal e Eu

Quando criança eu esperava pelo Natal, não pelos presentes, mais era pelas cores, os enfeites toda a magia que se forma em torno da data. Gostava de ajudar minha mãe a montar a árvore de casa, gostava mais ainda de passear pela cidade e ver as casas enfeitadas. Quando se é criança o Natal é realmente mágico! Hoje já não vejo o Natal de uma forma tão entusiasmada assim. Mas meu entusiasmo não foi abalado pela descoberta de que Papai Noel não é exatamente, um senhor fofinho de cabelos brancos e olhos fraternos, que usa uma roupa acaloradamente vermelha e botas pretas. Minha falta de entusiasmo se dá muito mais pela distorção da data. O ser humano ainda é egoísta. Uma ilha cercada de desamor. Exigimos do outro amor, fraternidade e solidariedade, enquanto nos fechamos, ficando reclusos em nosso casebre na beira da praia de nossa ilhota. Exigimos que o outro estenda a mão da solidariedade para os necessitados, quando ficamos na varanda do cas...

:: Opção?? Sim, pela mediocridade

Juro que não entendo, porque tem pessoas que optam por serem medíocres. O que tem de ganho pessoal, para alguém que prefere ser o “espalha roda? O que faz uma pessoa, escolher isso como meio de vida??? Enganam-se quem acha que a mediocridade anda de braços dados com a pobreza. Essas pessoas são pobres, mas é de outras coisas. Pessoas medíocres são preguiçosas, tem uma visão de mundo limitada, retrogradas e invejosas quase uns boçais. Tem o hábito da bisbilhotice, que passa de vulgar. Mas o ápice da mediocridade é..... falar dos outros. Quando digo “falar dos outros” não é só falar mal ...... é FALAR! Prefere “viver” a vida do outro, questionando, julgando, conjecturando, PLANEJANDO e no fim dar sua opinião baseado na vidinha medíocre que insiste em viver. Pra quê?? Para dar sentido ao imenso vazio que o corrói por dentro. Não vejo ou explicação plausível para esse comportamento desprezível. E aquele arzinho de superioridade que é ma...